O trabalho regenerativo no gramado suplementar do Olímpico foi somente para os jogadores que não atuaram em Grêmio e Vitória. Durante a atividade desta quinta-feira, chamou a atenção a conversa entre Luiz Onofre Meira e o técnico Silas. Mesmo que a direção negue a possibilidade de demitir o treinador, já é admitido uma pressão pela mudança no comando do time.
A atividade começou por volta das 15h30. Depois de 30 minutos de trabalho, o dirigente entrou no suplementar e se dirigiu até o reservado, no lado oposto onde fica a imprensa, e chamou o treinador para conversar.
Como os auxiliares comandavam a atividade, Silas foi para o bate papo com seu superior. Depois de uma conversa aparentemente calma, Meira começou a gesticular apontando para os lados. Depois, foi a vez de Silas apontar para uma parte do campo, parecendo que orientava o time, ou dizia o que havia pedido.
Assim foi por mais de 40 minutos, Silas e Meira conversando e gesticulando para um lado e para outro. Enquanto isso o treinamento seguiu acontecendo, sem importunar o diretor ou o técnico.
Ainda na quarta-feira, nos vestiários do Olímpico, após o empate em 1 a 1 com o Vitória, o presidente Duda Kroeff admitiu sofrer pressão pela demissão de Silas. Além disso foi feita uma forte cobrança pública dos cartolas para com o comandante.
O nome de Adílson Batista já chega a ser especulado no Olímpico, mesmo que Silas conte com o aval momentâneo e não sinta pressão em seu cargo. O próximo teste para o time tricolor ocorrerá no domingo, às 18h30, contra o Grêmio Prudente em Presidente Prudente.
Fonte: Portal Gaz/ Uol
